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	<title>Surfeio &#187; Artigo</title>
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		<title>Cuidado com as redes de pesca</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 21:28:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Zeuch</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
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		<category><![CDATA[picos]]></category>
		<category><![CDATA[redes de pesca]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Nunca é demais lembrar: cuidado com as redes de pesca. Encontradas principalmente no litoral do Rio Grande do Sul durante o inverno, as redes de pesca representam um grande perigo para os surfistas. São muitos os casos onde um surfista se prende às redes de forma que fica impossível conseguir se libertar e o final [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca é demais lembrar: cuidado com as redes de pesca.<span id="more-84"></span></p>
<p>Encontradas principalmente no litoral do Rio Grande do Sul durante o inverno, as redes de pesca representam um grande perigo para os surfistas. São muitos os casos onde um surfista se prende às redes de forma que fica impossível conseguir se libertar e o final acaba sendo, muitas vezes, um trágico afogamento.</p>
<p>No Rio Grande do Sul, desde 1984, ocorrem uma média de 2,5 mortes por ano de surfistas presos em redes de pesca. A maioria dos acidentes são no inverno, onde as redes são mais comuns e a infra-estrutura para resgates é menor.</p>
<p>A reportagem abaixo fala mais sobre isso:</p>
<p><span class="youtube">
<iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="425" height="355" src="http://www.youtube.com/embed/rg_42qhcpdI?color1=402061&amp;color2=9461ca&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;loop=&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0&amp;rel=1" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
</span></p>
<p>E o trailer do filme &#8220;Caiu na Rede é Gente&#8221;, comentado no vídeo acima, você pode assistir abaixo:<br />
<span class="youtube">
<iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="425" height="355" src="http://www.youtube.com/embed/xrmX3pLJDh8?color1=402061&amp;color2=9461ca&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;loop=&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0&amp;rel=1" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
</span></p>
<p>O governo gaúcho tem leis para que as redes de pesca sejam colocadas somente dentro de áreas demarcadas por placas. Acontece que quando a correnteza está forte fica impossível manter-se no mesmo lugar. Sem contar que muitas vezes essas leis são ignoradas.</p>
<p>Veja o trailer de outro filme &#8220;A Última Onda&#8221;, que também trata o assunto:</p>
<p><span class="youtube">
<iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="425" height="355" src="http://www.youtube.com/embed/rRs1QyAU0Uo?color1=402061&amp;color2=9461ca&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;loop=&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0&amp;rel=1" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
</span></p>
<p>Enquanto a polêmica briga entre surfistas e pescadores continua, só nos resta tomarmos os maiores cuidados possíveis para que isso não aconteça conosco.</p>
<h3>Confira algumas dicas para um surfe mais seguro</h3>
<ul>
<li><strong>Surfe em grupo</strong>. Jamais entre no mar sozinho em lugares próximos à redes de pesca ou de forte correnteza.</li>
<li><strong>Tenha cuidado mesmo em áreas permitidas para surfar</strong>. As redes podem se soltar, ou então algum pescador pode ter burlado a lei. Tome cuidado sempre.</li>
<li><strong>Verifique o sentido da corrente</strong>. Lembre-se que a rede pode invadir o espaço permitido ao surfe. Entre na água o mais longe possível das redes e saia antes que a corrente o aproxime delas.</li>
<li><strong>Nunca corte o cabo da rede</strong>. Isso pode aumentar o problema. Se tiver um objeto cortante, prefira cortar a cordinha ou tente soltar o leash do tornozelo.</li>
<li><strong>Esteja preparado e tenha bom senso</strong>. Essa é a dica mais importante. Se você não está acostumado com um mar agitado, ou está incerto se conseguirá se soltar da rede, por favor, não entre.</li>
</ul>
<p>Confira abaixo a reportagem que o jornal <a href="http://www.zerohora.com.br/" target="_blank">Zero Hora</a> publicou em 2005 sobre <strong>o acidente com a surfista Julia Rosito na praia de Cidreira</strong>, a praia que mais fez vítimas no RS (<em>clique na imagem para ampliar</em>).</p>
<p><a href="http://surfeio.com.br/wp-content/uploads/2008/07/perigos-do-surf.jpg" target="_blank"><img title="Perigos do surf" src="http://surfeio.com.br/wp-content/uploads/2008/07/perigos-do-surf-400x259.jpg" alt="" /></a></p>
<p>As <strong>áreas permitidas para o surf no litoral gaúcho</strong> você encontra no site da Federação Gaúcha de Surf: <a href="http://www.fgsurf.com.br/index.php?option=com_content&#038;task=view&#038;id=14&#038;Itemid=28" target="_blank">www.fgsurf.com.br</a></p>
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		<title>Breve história do surf</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 20:18:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Zeuch</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>

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		<description><![CDATA[Os primeiros relatos sobre o surf foram feitos pelo navegador inglês James Cook por volta de 1769, no Tahiti. Em seu diário de bordo, James diz ter visto pessoas deslisando em pé sobre ondas em pequenas canoas. Porém, o surf só foi mundialmente reconhecido através do campeão olímpico de natação e pai do surf moderno, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os primeiros relatos sobre o surf foram feitos pelo navegador inglês James Cook por volta de 1769, no Tahiti. Em seu diário de bordo, James diz ter visto pessoas deslisando em pé sobre ondas em pequenas canoas. Porém, o surf só foi mundialmente reconhecido através do campeão olímpico de natação e pai do surf moderno, o havaiano Duke Paoa Kahanamoku.<span id="more-3"></span></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Surf" src="http://surfeio.com.br/wp-content/uploads/2008/06/surfing.jpg" alt="" /></p>
<p>Na década de 50 o surf se popularizou nos EUA, tornando-se um estilo de vida baseado em liberdade. Nas décadas de 70 e 80 o surf se profissionalizou através de competições com prêmio em dinheiro.</p>
<p>As primeiras pranchas que chegaram no Brasil foram através de turistas. Até que, em 1939, o santista Osmar Gonçalves, com a ajuda de seus amigos, fizeram a primeira prancha nacional. Ela media 3,60 metros e pesava 80 quilos. As primeiras pranchas de fibra de vidro, importadas da Califórnia, só chegaram ao Brasil em 1964.</p>
<p><strong>Hoje em dia&#8230;</strong></p>
<ul>
<li>O surf é considerado um dos esportes radicais mais praticados no mundo</li>
<li>A indústria do surf movimenta milhões todos os anos: moda, música, acessórios, campeonatos, patrocínios, publicações, etc</li>
<li>O atual campeão mundial é o australiano Mick Fanning</li>
<li>Kelly Slater é o maior colecionador de vitórias no mundial (ganhou 8 vezes)</li>
<li>A organização do campeonato mundial é responsabilidade da ASP (Associação de Surfistas Profissionais)</li>
</ul>
<p>E assim começa o <a href="http://surfeio.com.br">Surfeio</a>, um blog inteiramente dedicado ao estilo de vida surf. Seja bem vindo.</p>
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